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Foi-se o tempo em que
planejamento era uma palavra
recorrente apenas no mundo
das finanças. Ossunto, agora,
faz parte do cotidiano de quem
planeja uma viagem - seja a
lazer ou a trabalho - e isso
significa um grande avanço.
Afinal, imprevistos acontecem,
mas seus efeitos podem e devem
ser reduzidos.
Para garantir o embarque, a
permanência e o retorno sem
grandes percalços, é cada vez
mais comum contratar um
seguro-viagem.
Há produtos para todos os
perfis de turistas e de
destinos no Brasil ou no
exterior, com preços acessíveis.
A grande maioria das pessoas
já descobriu que essa é uma
forma de viajar com mais
tranqüilidade. Tanto é que o
mercado de seguros
cresce ano após ano.
Isso porque, além do aumento
do número de embarques
internacionais, o viajante está
mais consciente da necessidade
de se precaver contra imprevistos.
No último ano, a procura por
seguros-viagem cresceu mais
de 30% e já somamos mais de
22% de aumento na venda dos
produtos este ano. Ou seja,
quatro de cada dez turistas
embarcam para o exterior com
um voucher de seguro.
Os argumentos para convencer
o viajante são muitos. Há países
da Europa, os 15 incluídos no
Tratado de Schengen, que exigem
seguro para liberar a entrada
dos turistas. São eles: Alemanha,
Áustria, Bélgica, Dinamarca,
Espanha, Finlândia, França,
Grécia, Holanda, Islândia,
Itália, Luxemburgo, Noruega,
Portugal e Suécia.
Guardadas as peculiaridades de
cada tipo de seguro, eles são
regidos por uma linha geral
que prevê que o portador está
protegido nos casos de doenças,
acidentes e morte. Imprevistos
como perda de bagagem e atrasos
nos vôos, muitíssimo recorrentes
hoje em dia, estão cobertos.
Outros itens também bastante
conhecidos são as coberturas de
assistências médica, odontológica
e jurídica.
Mas o viajante precisa estar
atento para as condições do
seguro, como o limite de gastos
e o número de atendimentos. No
caso da assistência médica,
por exemplo, há seguros capazes
de cobrir também as doenças
consideradas preexistentes,
com o primeiro atendimento
emergencial.
Além de pesquisar por conta
própria sobre os seguros e
seus benefícios, vale a pena
consultar os agentes de viagens.
Esses profissionais estão aptos
a oferecer um plano de cobertura
adequado para o seu perfil e o da
sua viagem.
Se a idéia for praticar esportes
de inverno, por exemplo, há
coberturas destinadas a todas as
modalidades. Existem, ainda, planos
desenhados especificamente para as
necessidades de quem pratica
atividades de risco, caso dos
alpinistas e dos mergulhadores.
Se a viagem for para fazer um
intercâmbio ou um curso no exterior,
há produtos com valores bastante
reduzidos, destinados a períodos
mais longos. O mesmo vale para
executivos que precisam viajar com
freqüência e têm de estar sempre
segurados.
Quem embarca em cruzeiros no Brasil
ou no exterior também conta com
seguro específico, que cobre até as
altíssimas contas de atendimento
médico nos navios. Um simples
comprimido para enjôo pode levar
parte das suas economias.
Considere, também, contratar um
seguro que tenha à disposição dos
clientes uma central de atendimento
em português. Isso facilita muito e
deixa o viajante mais calmo. Na hora
da dificuldade, ser atendido por
alguém falando seu idioma pode fazer
muita diferença.
Consulte, ainda, quais são os
bancos ou as seguradoras que
garantem sua apólice.
Quem viaja com um desses produtos
pode realmente embarcar mais
tranqüilo. Até o seguro-residência,
para garantir a integridade do seu
imóvel no período que você ficar
fora de casa, pode estar incluído no
plano de seguro-viagem.
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